+−O que é testado, exactamente?
A matriz de predefinições, na íntegra: o CI gera um projecto de cada predefinição, exige zero ocorrências do nome antigo e corre install, typecheck, unitários e e2e. Mais all-on, all-off e cada feature desactivada isoladamente sobre a predefinição SaaS. Catorze features booleanas são 16 384 combinações, e o CI não testa 16 384 projectos: combinações fora dessa matriz são permitidas e não testadas — e o CLI di-lo, numa linha, sem drama. Um boilerplate que promete garantias que não verifica é pior que um que declara o limite.
+−E se eu não quiser multi-tenancy?
O --no-multi-tenant esconde, não arranca. O projecto nasce com um tenant fixo criado no seed, o escopo sempre aberto nele, e o selector de empresa, o painel /platform e o SUPERADMIN fora da interface. O Row Level Security continua lá e continua provado pelo tenant-isolation.e2e-spec.ts; o custo é uma coluna indexada e um predicado que o Postgres resolve com constante. Arrancá-lo significaria manter duas versões de todo o acesso a dados — e a versão sem RLS é justamente a que não podemos provar segura.
+−Posso actualizar depois?
O projecto gerado é seu, não uma dependência: não existe pnpm update que traga novidade do DontPanic para dentro dele, e isso é de propósito — vai editar este código no primeiro dia. O que existe é reprodutibilidade: a mesma receita com a mesma versão do template gera o mesmo projecto hoje e dentro de dois anos, portanto é possível gerar de novo e comparar diffs quando quiser adoptar algo do upstream.
+−E a licença?
MIT, no gerador e no template. O que sai do npx é seu: sem atribuição obrigatória, sem royalties, sem cláusula que muda de valor se o seu produto crescer. Pode fechar o código do que gerar.
+−Preciso de Docker?
Para correr a suíte de testes, não: os adapters memory, console e local existem justamente para correr sem nada de pé. Para desenvolver a sério precisa de um Postgres — e o docker compose do projecto levanta Postgres, Redis, MinIO e Mailpit em portas que não colidem com as suas. Se já tem estes serviços, aponte o .env para eles e gere com --no-docker.
+−Funciona com Claude Code, Cursor e afins?
O projecto gerado traz um CLAUDE.md podado para as features que escolheu — só as secções que existem no seu código. É onde estão as decisões de segurança e o motivo de cada uma, no formato que um agente lê antes de escrever. O efeito secundário é o que provavelmente o trouxe aqui: o contexto é gasto no seu produto, não em redescobrir como se faz refresh token com rotação.